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Por que o transporte de matéria-prima merece atenção especial no mercado de reciclagem animal

28 de junho de 2019

No mercado de reciclagem animal, quando o assunto é qualidade, a rapidez entre a coleta e o processamento é apontada pelos especialistas como um dos itens imprescindíveis para garantir o produto com os padrões e características desejadas para atender as necessidades dos clientes. Por isso, as empresas que atuam no mercado, produzindo farinhas e óleos de origem animal, precisam dar atenção especial ao transporte de matéria-prima. Assim, reduzem os riscos do material coletado sofrer perdas nutricionais e de valor comercial que se refletirão em menor qualidade do produto processado.

Os riscos surgem em situações como a de caminhões que circulam durante muito tempo com a matéria-prima ou que fazem pequenas coletas em estabelecimentos comerciais, como açougues e supermercados. Dessa forma, acabam permitindo que ocorra uma decomposição microbiológica e físico-química da matéria-prima a ser processada.

Por exemplo, o índice de acidez em matérias-primas que demoram muito tempo para serem processadas por demora no transporte, é mais alto que o registrado em matérias-primas ditas “frescas”, ou que tiveram tempo de transporte menor. Isso também pode ser verificado em relação à produção de aminas biogênicas, que são mais elevadas em matérias-primas que demoraram mais tempo para chegar ao estabelecimento processador. As aminas biogênicas são bases orgânicas de baixo peso molecular com atividade biológica, produzidas a partir da ação da enzima descarboxilase, e que causam efeitos toxicológicos indesejados à saúde animal.

Como deve ser o transporte de matéria-prima na reciclagem animal

O transporte de matéria-prima no mercado de reciclagem animal para ser considerado eficiente deve ser higiênico, seguro, totalmente a prova de vazamentos e/ou descarga de odores e que possa com a maior brevidade possível realizar o deslocamento entre o local de coleta da matéria-prima e o local de processamento da mesma, ou seja deve ser constituído de uma logística que reúna, rapidez e biossegurança.

Fornecedores, transportadores e processadores devem levar em conta cinco passos no planejamento do transporte de matéria-prima na reciclagem animal desde o embarque até a entrega. São eles:

1 - Distância e tempo percorrido entre o estabelecimento fornecedor da matéria-prima e o estabelecimento processador da mesma;

2 - Nível de higienização do caminhão transportador;

3 - Tempo de espera da matéria-prima no estabelecimento processador para que a mesma seja descarregada e comece a ser processada;

4 - Integridade da matéria-prima a ser transportada; e

5 - Segurança de que não ocorram vazamentos de líquidos, materiais ou odores.

O papel dos aditivos no transporte de matéria-prima

O uso de aditivos cumprem papel relevante no transporte de matéria-prima. Sua função age principalmente para preservar a matéria-prima livre de degradação microbiológica e físico-química, aumentando o tempo de conservação entre a coleta e o processamento. A Eurotec Nutrition contribui nesta etapa do transporte de matéria-prima na reciclagem animal com linhas específicas de aditivos e serviços para dosagem dos produtos.

A empresa possui a linha de aditivos Stop Acid que atua em duas frentes:

A primeira como um conservante da matéria-prima a ser transportada, evitando assim a proliferação microbiana e consequente degradação da matéria-prima.

A segunda como regulador de acidez, com princípios ativos que evitam a acidificação do meio, seja por proliferação microbiana seja pelo processo de rancidez hidrolítica, que iria gerar um índice de acidez elevado durante uma demora no transporte da matéria-prima.

Deseja saber mais sobre o uso de aditivos no transporte de matéria-prima na reciclagem animal? Fale com os especialistas da Eurotec Nutrition.